A Moda no Antigo Egito (Resumo)

Antes de começar o post de hoje, gostaria de conversar com minhas queridas amigas e leitoras.  Por uns dias, andei mais atarefada do que ...

Antes de começar o post de hoje, gostaria de conversar com minhas queridas amigas e leitoras.
 Por uns dias, andei mais atarefada do que de costume, o que me causou muitas dificuldades.
 Com os dias divididos entre pia, tanque e fogão, o começo das aulas e as encomendas de costuras, cheguei a pensar que iria perder o juízo de vez.
Para dar conta das costuras, precisei perder uma semana de aula, e deixar o blog um pouquinho de lado, mas graças a Deus, já estou de volta. Minha primeira aula, com a Professora Gabriela, foi História da Indumentária. que como o próprio nome sugere, envolve toda a história da moda, desde a pré-história. As antigas civilizações da Mesopotâmia, Creta e Egito.

Vou tentar fazer um resumo do que foi dado em sala, assim fixo melhor o que aprendi.

Resumo da aula de História da Indumentária ( Só a parte do Antigo Egito, para não tornar o post muito extenso):

Os antigos egípcios foram considerados um dos povos mais criativos em relação às roupas e acessórios, mas ao contrário do que estamos acostumados a ver nos filmes de época, tais como Cleópatra, de 1963, com Elizabeth Taylor como protagonista e Os Dez Mandamentos de 1956, a moda não atingia toda aquela exuberância.
Na verdade, a maioria das modelagens tinham cortes muito simples. Basicamente triângulos com formas amplas e claras, que envolviam os corpos, não havendo muita diferença entre os modelos masculinos ou femininos.



Como era de se esperar,  grande parte dos escravos andavam maltrapilhos, usando tangas de tecidos rústicos, mas a maioria deles, andavam mesmo nus, pois eram muitas as dificuldades para se conseguir tecidos.

Em compensação as vestes dos faraós, rainhas e de toda a corte eram muito esmeradas, feitas com bastante drapeados, plissados e alvejados para que ficassem bem branquinhos.
O motivo do branco valorizado por eles se dava pela dificuldade em se conseguir pigmentos coloridos e também pelo simbolismo ligando a cor branca à felicidade, além do quê, eram bem mais confortáveis, devido ao clima quente e seco. 

Cores exuberantes e suntuosas como vermelho, roxo, verde e amarelo eram utilizados em ocasiões solenes e grandes eventos.

Os cabelos eram um capítulo à parte, pois o pavor à infestação de piolhos, fazia com que eles raspassem radicalmente a cabeça e passassem a usar perucas.
As perucas dos nobres eram de cabelos humanos e eram bem compridas, encaracoladas, trançadas o ornamentadas com anéis de ouro. Nada a ver portanto com os curtos e super lisos que vemos atualmente na novela "Os Dez Mandamentos", da Record.  A lógica sugere que quanto mais anéis de ouro houvesse na peruca, maior o status e a hierarquia do nobre.( Conclusão tirada por mim).


Mesmo com tantos cuidados com a higiene, o que eles priorizavam e muito, a professora Gabriela disse que ainda foram encontrados piolhos em algumas das perucas descobertas pelos arqueólogos e historiadores.
Os  faraós, cujo nome significava literalmente "deus vivo", na língua da época, tinha total controle sobre estilo de vida das pessoas.
A indumentária da faraó incluía um acessório chamado "klaft", o qual tinha a imagem de uma naja fixada bem na região frontal da testa, simbolizando o poder exercido por ele.

Após a morte, os faraós passavam por um minucioso processo de mumificação, o qual durava vários dias e em seguida eram sepultados em tumbas no interior das  pirâmides, com espaço suficiente para acomodar todos os seus pertences, assim como roupas, joias e até sapatos, tudo no mais puro e refinado ouro, material com resistência e durabilidade inigualável, já que eles, doce ilusão, alimentavam a esperança de poder reviver e e utilizá-los novamente.

Homens e mulheres se pintavam em volta dos olhos e ressaltavam as sobrancelhas com pigmentos pretos, pois acreditavam que assim, protegeriam os olhos do sol. ( Acredito eu que não adiantava muito. Imagina você! Para isso, seria necessário óculos de boa qualidade, com filtro solar, tecnologicamente testado e aprovado, mas era o que eles dispunham na época e, não podemos deixar de reconhecer que eram bastante engenhosos).
                                               Rosto d rainha Nefertiti ,esposa do faraó Amenófis IV

Já as mulheres usavam batons na cor laranja (bem modernos, por sinal) e  vermelho para realçar as maçãs do rosto. Ainda não sei direito como adquiriam tais pigmentos, ficando essa informação para as próximas pesquisas.

Bem, por hoje é só. Tudo de bom para vocês. Até breve! Um abraço!






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